Língua mordida: Oi, Obsidian!
OK, também não é para tanto. Até porque nem me recordo de ter falado publicamente que nunca usaria o Obsidian (se falei, ooops… rs).
Mas há quase um ano escrevi um post sobre por que abandonei o PARA e adotei o Timeline System e mandei aquela máxima clássica: focar no sistema, não na ferramenta. Na época, estava todo mundo no hype de alternar entre Notion e Obsidian jurando que a vida mudaria 100%. Não duvido que mude para alguns, mas acabei ficando no Notion mesmo, rodando o meu Timeline System.
Acontece que, de uns dois meses para cá, o cenário mudou:
- Insatisfação com o sistema: Não estava mais rodando bem nem com o Timeline System, muito menos com o PARA (mas isso vira pauta para o próximo post);
- Novo fluxo: Testei e consolidei um novo sistema que realmente funciona para mim;
- Mais Markdown na stack: Comecei a usar cada vez mais ferramentas baseadas em
.md(inclusive por aqui).
Com tanta mudança, usar o Notion começou a gerar um atrito desnecessário (apesar dele aceitar Markdown, não é a mesma coisa). Aí lembrei do óbvio: o Obsidian roda nativamente em arquivos .md.
Venci a preguiça do mundo, fui lá fazer o setup inicial — que é super simples de sair usando, mas tem o potencial de virar um buraco negro de customização pior que o Notion se você deixar — e resolvi o dilema da sincronização sem querer pagar a conta kkk.
Em meio dia resolvi o setup, importei minha base inteira do Notion para o Obsidian e acertei o sync. Dito isso: estou gostando bastante do resultado.
Mas não necessariamente porque é uma ferramenta muito superior às outras, e sim porque ela é simples onde eu mais queria: arquivos .md locais.
Enfim, ainda são poucos dias de uso. Vamos acompanhando.
C’ya o/
PS: Esse conteúdo foi inteiramente escrito no Obsidian usando Markdown. Mentira, foi no Google Docs mesmo kkk Mas o backup segue no Obsidian.